Tecnologia protege frutas brasileiras contra queimaduras do
Uma parceria com a Embrapa resultou em um protetor solar agrícola capaz de reduzir queimaduras em frutas expostas ao sol. A tecnologia utiliza carbonato de cálcio e pode ser aplicada manualmente ou por drone, melhorando a produtividade e a qualidade dos frutos no campo brasileiro. A iniciativa contribui para aumentar a resiliência das culturas frente às ondas de calor e evitar prejuízos aos produtores.
Por Lucía Sánchez · 27 de ago. de 2026, 09:02

proteção solar agrícola: A produção de frutas no Brasil enfrenta um novo aliado contra os efeitos negativos do calor extremo. Uma solução inovadora, desenvolvida em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), oferece proteção solar para diversas culturas frutíferas. O produto, aplicado diretamente sobre os vegetais, cria uma espécie de camada protetora semelhante ao protetor solar utilizado por pessoas, reduzindo significativamente a incidência de queimaduras nas frutas expostas ao sol intenso..
A produção de frutas no Brasil enfrenta um novo aliado contra os efeitos negativos do calor extremo. Uma solução inovadora, desenvolvida em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), oferece proteção solar para diversas culturas frutíferas. O produto, aplicado diretamente sobre os vegetais, cria uma espécie de camada protetora semelhante ao protetor solar utilizado por pessoas, reduzindo significativamente a incidência de queimaduras nas frutas expostas ao sol intenso.
O protetor solar agrícola já demonstrou resultados positivos em diferentes lavouras, especialmente em regiões com altas temperaturas e incidência de radiação solar. Cultivos como tomate, uva, maçã e outras frutas sensíveis ao calor severo estão entre os principais beneficiados. A tecnologia contribui para a manutenção da qualidade dos frutos e aumento da produtividade, impactando diretamente na renda dos produtores.
Como funciona a proteção solar agrícola
O composto da solução conta com ingredientes como o carbonato de cálcio, responsável por refletir parte dos raios solares, evitando o superaquecimento das superfícies das frutas. A aplicação pode ser realizada de forma manual ou otimizada por drones agrícolas, que oferecem maior precisão e cobertura em grandes áreas plantadas. Além de preservar o aspecto e o valor nutricional dos vegetais, a camada protetora também ajuda a evitar prejuízos causados por queimaduras, que tornam os frutos menos atrativos para comercialização tanto no mercado interno quanto externo.
Segundo pesquisadores ligados à Embrapa, testes de campo com o Sombryt BR — nome comercial da Tecnologia — revelaram redução de até 70% na incidência de queimaduras solares em algumas culturas, dependendo das condições e do manejo. O uso desse tipo de solução tecnológica se torna cada vez mais importante diante das mudanças climáticas e do aumento de ondas de calor que afetam as regiões produtoras brasileiras.
Por que isso importa
A intensificação do calor e a variabilidade climática representam grandes desafios para a fruticultura nacional. Queimaduras solares podem comprometer a aparência das frutas, reduzindo seu valor de mercado e até prejudicando a exportação. Ao incorporar tecnologias como o protetor solar agrícola, produtores minimizam perdas, estimulam a resiliência das lavouras e garantem maior uniformidade da produção.
Outro ponto relevante é a sustentabilidade do processo: ao evitar perdas e necessidade de descartes, a solução contribui para uma produção mais eficiente e menos desperdício de recursos naturais, alinhando inovação e responsabilidade ambiental. A aplicação via drones também economiza mão de obra e torna o processo mais ágil, o que se traduz em competitividade para o setor.
O que vem a seguir
A tendência é de que o uso de protetores solares agrícolas se expanda para mais culturas e regiões do Brasil, acompanhando os desafios impostos pelas mudanças no clima. Pesquisadores e produtores já buscam adaptar e melhorar a fórmula conforme as necessidades específicas de cada tipo de fruta e região produtora.
A tecnologia representa um caminho promissor para a agricultura brasileira enfrentar eventos extremos de calor, mantendo a produtividade e a qualidade dos alimentos. Novos estudos devem surgir nos próximos anos, trazendo atualizações e aprimoramentos no combate aos efeitos climáticos adversos sobre a fruticultura.
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Como funciona o protetor solar agrícola desenvolvido com a Embrapa? O protetor solar agrícola utiliza componentes como o carbonato de cálcio para formar uma barreira que reflete parte dos raios solares, reduzindo queimaduras nas frutas.
Quais culturas já foram beneficiadas pela tecnologia? Cultivos como tomate, uva, maçã e outras frutas sensíveis ao calor já apresentaram bons resultados com o uso do produto.
A tecnologia pode ser aplicada por drones agrícolas? Sim, a aplicação por drones agrícolas permite melhor cobertura e precisão, além de maior rapidez em grandes áreas de produção.
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A produção de frutas no Brasil enfrenta um novo aliado contra os efeitos negativos do calor extremo. Uma solução inovadora, desenvolvida em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), oferece proteção solar para diversas culturas frutíferas. O produto, aplicado diretamente sobre os vegetais, cria uma espécie de camada protetora semelhante ao protetor solar utilizado por pessoas, reduzindo significativamente a incidência de queimaduras nas frutas expostas ao sol intenso. No contexto brasileiro, proteção solar agrícola permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
Uma parceria com a Embrapa resultou em um protetor solar agrícola capaz de reduzir queimaduras em frutas expostas ao sol. A tecnologia utiliza carbonato de cálcio e pode ser aplicada manualmente ou por drone, melhorando a produtividade e a qualidade dos frutos no campo brasileiro. A iniciativa contribui para aumentar a resiliência das culturas frente às ondas de calor e evitar prejuízos aos produtores. No contexto brasileiro, proteção solar agrícola permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
No Brasil, Notícias, Tecnologia, Agricultura entram nesta cobertura.