Operação Ganatum II investiga fraude fiscal no comércio de
A Operação Ganatum II revelou esquema de transporte e venda de gado sem nota fiscal entre Rondônia e Mato Grosso, com suspeita de sonegação de ICMS superior a R$ 30 milhões. Mandados judiciais foram cumpridos em seis municípios, e o caso expõe a importância da fiscalização para a integridade do setor pecuário. Autoridades avaliam novas fases de investigação conforme análise do material apreendido.
Por Javier Paredes · 11 de set. de 2026, 09:34

fraude fiscal gado: A Operação Ganatum II, deflagrada nesta semana, trouxe à tona um esquema de movimentação e comercialização de gado sem nota fiscal entre os estados de Rondônia e Mato Grosso. Segundo informações das autoridades fiscais, a ação cumpriu 12 mandados judiciais em seis municípios das duas regiões, mirando suspeitas de sonegação de ICMS no comércio interestadual de bovinos. Estima-se que as transações envolvidas superam R$ 30 milhões, o que aponta para perdas significativas de receitas públicas e impactos para os produtores regulares..
A Operação Ganatum II, deflagrada nesta semana, trouxe à tona um esquema de movimentação e comercialização de gado sem nota fiscal entre os estados de Rondônia e Mato Grosso. Segundo informações das autoridades fiscais, a ação cumpriu 12 mandados judiciais em seis municípios das duas regiões, mirando suspeitas de sonegação de ICMS no comércio interestadual de bovinos. Estima-se que as transações envolvidas superam R$ 30 milhões, o que aponta para perdas significativas de receitas públicas e impactos para os produtores regulares.
O esquema sob investigação
A operação, conduzida em parceria entre órgãos estaduais de fiscalização e o Ministério Público, foi motivada por indícios de transporte de bovinos com documentação irregular ou inexistente. Foram apreendidos documentos, dispositivos eletrônicos e outras provas que podem comprovar a ocultação de renda e a evasão fiscal decorrente da venda de gado sem a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) e notas fiscais adequadas.
De acordo com as investigações iniciais, algumas propriedades e empresas rurais estariam utilizando mecanismos fraudulentos para burlar o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), driblando a fiscalização e impactando negativamente o mercado pecuário formal.
Por que isso importa
O combate à sonegação fiscal é fundamental para garantir concorrência justa entre produtores rurais. Quando ocorre a venda de gado sem nota fiscal, além de prejuízo aos cofres públicos, há risco para a sanidade animal, já que a falta de registros pode dificultar o controle de doenças e a rastreabilidade da cadeia produtiva. O impacto financeiro desse tipo de esquema pode gerar perdas expressivas para o setor e afetar a imagem da pecuária brasileira, especialmente diante do mercado internacional, que exige transparência e conformidade documental em toda a cadeia produtiva.
Além disso, operações como a Ganatum II servem de alerta para produtores e empresas sobre a necessidade de cumprir com as obrigações fiscais e sanitárias, evitando autuações e bloqueios comerciais em futuras negociações de gado.
Atuação dos órgãos de fiscalização
A força-tarefa envolveu integrantes do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA), das secretarias estaduais da Fazenda e de órgãos de segurança pública. Eles reforçam que o objetivo principal é coibir crimes tributários, garantir a arrecadação legal de impostos e proteger os produtores que atuam de acordo com as normas vigentes.
Durante a ação, os agentes visitaram propriedades rurais, escritórios e endereços ligados aos investigados. Foram analisados registros comerciais, movimentação de bovinos, e indícios de remessas ilícitas entre Rondônia e Mato Grosso. A conclusão da operação dependerá da perícia nos materiais apreendidos e do aprofundamento das investigações.
O que vem a seguir
Os próximos passos da Operação Ganatum II incluem a análise detalhada dos documentos coletados e o rastreamento das transações financeiras suspeitas. A expectativa é que, caso confirmadas as irregularidades, os envolvidos sejam responsabilizados civil e criminalmente. O Ministério Público também deve apresentar recomendações de aperfeiçoamento nos processos de monitoramento da movimentação interestadual de animais.
Produtores rurais que atuam de forma legal ficam atentos às fiscalizações, que tendem a ser intensificadas em outras regiões do país. Novas fases da operação não estão descartadas, a depender dos desdobramentos.
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O que motivou a Operação Ganatum II? A operação foi motivada por indícios de comercialização interestadual de gado sem nota fiscal, resultando em suspeita de sonegação de ICMS de mais de R$ 30 milhões.
Quais os principais riscos do comércio de gado sem nota fiscal? Além da perda de arrecadação tributária, há riscos à sanidade animal e à rastreabilidade da cadeia produtiva, o que pode afetar tanto o produtor quanto o mercado internacional.
Como os produtores podem evitar problemas fiscais? É fundamental cumprir rigorosamente as obrigações fiscais e documentais, como emissão de Nota Fiscal e Guia de Trânsito Animal (GTA) em todas as negociações de gado.
A Operação Ganatum II, deflagrada nesta semana, trouxe à tona um esquema de movimentação e comercialização de gado sem nota fiscal entre os estados de Rondônia e Mato Grosso. Segundo informações das autoridades fiscais, a ação cumpriu 12 mandados judiciais em seis municípios das duas regiões, mirando suspeitas de sonegação de ICMS no comércio interestadual de bovinos. Estima-se que as transações envolvidas superam R$ 30 milhões, o que aponta para perdas significativas de receitas públicas e impactos para os produtores regulares. No contexto brasileiro, fraude fiscal gado permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
A Operação Ganatum II revelou esquema de transporte e venda de gado sem nota fiscal entre Rondônia e Mato Grosso, com suspeita de sonegação de ICMS superior a R$ 30 milhões. Mandados judiciais foram cumpridos em seis municípios, e o caso expõe a importância da fiscalização para a integridade do setor pecuário. Autoridades avaliam novas fases de investigação conforme análise do material apreendido. No contexto brasileiro, fraude fiscal gado permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
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