Embrapa entrega ao MAPA 163 ações para reduzir riscos
A Embrapa apresentou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) um amplo pacote de 163 recomendações para enfrentar riscos climáticos, em especial devido ao El Niño, visando a safra 2026/2027. As ações abrangem adaptação, prevenção de perdas produtivas e consolidação de políticas estruturantes para o setor. O desafio agora é transformar as diretrizes em medidas práticas no campo com apoio técnico e recursos.
Por Luis García · 02 de set. de 2026, 11:04

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) entregou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) um conjunto robusto de 163 recomendações voltadas à gestão de riscos climáticos no campo. As medidas foram elaboradas de olho nos desafios trazidos pelo fenômeno El Niño, especialmente para safra 2026/2027, e também indicam ações de prevenção e adaptação permanentes para produtores rurais de diferentes regiões do Brasil.
Entenda o contexto das recomendações
O El Niño, fenômeno climático comprovadamente capaz de provocar alterações severas nos padrões de chuva, temperatura e eventos extremos, tem impactos diretos sobre a produtividade agrícola e pecuária. Os ciclos do El Niño podem resultar tanto em estiagens graves quanto em excesso de chuvas, influenciando desde o plantio até a colheita e, consequentemente, a oferta interna e as exportações.
Preocupada com o potencial de impacto na produção nacional, a Embrapa reuniu um corpo técnico multidisciplinar para estudar cenários, mapear vulnerabilidades por regiões e sugerir estratégias. Entre as 163 recomendações, estão práticas agrícolas adaptativas, ações de manejo conservacionista de solo e água, além de orientações para uso eficiente de insumos e monitoramento contínuo das condições meteorológicas.
Por que isso importa
O envio dessas diretrizes ao MAPA ocorre em momento estratégico, pois produtores, cooperativas e governos estaduais já demonstram preocupação com as oscilações climáticas previstas para os próximos ciclos agrícolas. Uma gestão eficiente dos riscos climáticos pode evitar perdas volumosas, garantir segurança alimentar, proteger fontes de renda do Campo e preservar empregos na cadeia produtiva do agronegócio brasileiro.
Adotar soluções baseadas em ciência, como propõe a Embrapa, significa ampliar a resiliência das lavouras e sistemas pecuários frente a eventos extremos, tornar o planejamento das safras mais robusto e contribuir para a sustentabilidade do setor. Isso também facilita acesso a financiamentos e seguros rurais atrelados a boas práticas de gestão de riscos.
O que diz o governo e o setor
O Ministério da Agricultura e Pecuária, ao receber as recomendações, destacou a importância de agir de forma antecipada, priorizando não só ações emergenciais durante eventos climáticos extremos, mas a implementação gradual de políticas estruturantes em todo o país. Representantes do setor produtivo avaliam positivamente a iniciativa, ressaltando a necessidade de disseminar rapidamente orientações, treinamentos e assistência técnica para os produtores nos estados mais vulneráveis.
Segundo as autoridades, o trabalho conjunto entre Embrapa e MAPA fortalece o compromisso do Brasil com uma agricultura mais adaptada às incertezas climáticas e menos exposta a perdas inesperadas de safra e rebanhos.
O que vem a seguir
A expectativa é que MAPA envolva outras entidades de pesquisa, governos estaduais e setor privado na implementação das ações propostas. O desafio será garantir capilaridade, apoio técnico e recursos financeiros para transformar as recomendações em práticas efetivas no campo. Produtores devem ficar atentos ao calendário de capacitação e às futuras orientações oficiais, além de reforçar o monitoramento climático local em suas propriedades.
A evolução do quadro climático nas próximas safras será um teste importante para as soluções propostas, devendo servir de referência para aprimorar a estratégia nacional de gestão de riscos agrícolas.
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Por que a Embrapa entregou medidas ao MAPA para a safra 2026/2027? A Embrapa elaborou 163 recomendações para apoiar o Ministério da Agricultura e Pecuária no enfrentamento dos riscos climáticos causados pelo El Niño, visando proteger a produção agrícola e pecuária durante a safra 2026/2027.
Quais principais temas estão nas recomendações da Embrapa? As recomendações abordam práticas adaptativas, manejo conservacionista do solo e água, uso eficiente de insumos, monitoramento climático e estratégias para fortalecer a resiliência de produtores.
Como as medidas propostas pela Embrapa podem beneficiar os produtores? As medidas ajudam a reduzir prejuízos causados por eventos climáticos extremos, ampliam o acesso a financiamentos e seguros, e viabilizam uma produção agrícola mais sustentável e adaptada.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) entregou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) um conjunto robusto de 163 recomendações voltadas à gestão de riscos climáticos no campo. As medidas foram elaboradas de olho nos desafios trazidos pelo fenômeno El Niño, especialmente para safra 2026/2027, e também indicam ações de prevenção e adaptação permanentes para produtores rurais de diferentes regiões do Brasil. No contexto brasileiro, El Niño permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
A Embrapa apresentou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) um amplo pacote de 163 recomendações para enfrentar riscos climáticos, em especial devido ao El Niño, visando a safra 2026/2027. As ações abrangem adaptação, prevenção de perdas produtivas e consolidação de políticas estruturantes para o setor. O desafio agora é transformar as diretrizes em medidas práticas no campo com apoio técnico e recursos. No contexto brasileiro, El Niño permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
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